O tratamento depende do tipo, tamanho e comportamento do tumor. O Dr. Sérgio Tadeu atua com as duas principais abordagens cirúrgicas e trabalha em conjunto com endocrinologistas para garantir um cuidado completo.
Cirurgia Transesfenoidal, Sem Abrir o Crânio
A cirurgia transesfenoidal endoscópica é a abordagem cirúrgica padrão para a maioria dos adenomas hipofisários. O acesso é feito pelas narinas, com o auxílio de um endoscópio — sem nenhuma incisão visível no rosto ou abertura do crânio.
O tumor é removido com precisão, preservando ao máximo o tecido hipofisário saudável. É um procedimento tecnicamente sofisticado, que exige neurocirurgião com treinamento específico em cirurgia da base do crânio.
Principais vantagens:
- Sem cicatriz externa
- Recuperação mais rápida — alta hospitalar geralmente em 2 a 4 dias
- Alta taxa de remissão, especialmente em microadenomas e macroadenomas bem delimitados
- Alívio imediato da compressão do nervo óptico
Craniotomia, Para Casos Complexos
Em tumores de grandes dimensões, com extensão para regiões de difícil acesso por via nasal, pode ser necessária uma abordagem por craniotomia — abertura parcial do crânio para acesso direto ao tumor.
É uma cirurgia mais extensa, indicada quando a via transesfenoidal não oferece acesso suficiente. O Dr. Sérgio Tadeu avalia individualmente cada caso para definir a melhor estratégia.
Tratamento Medicamentoso
Para prolactinomas — o tipo mais comum de adenoma funcionante — o tratamento de primeira escolha é medicamentoso, com agonistas dopaminérgicos (cabergolina ou bromocriptina). Na maioria dos casos, esses medicamentos reduzem significativamente o tumor e normalizam os níveis de prolactina sem necessidade de cirurgia.
A cirurgia é indicada quando o medicamento não é tolerado, não tem o efeito esperado ou quando há compressão aguda do nervo óptico.
Radioterapia Estereotáxica
Em casos de tumor residual após cirurgia ou de recidiva, a radioterapia estereotáxica (como a radiocirurgia com Gamma Knife ou CyberKnife) pode ser indicada como complemento. O Dr. Sérgio Tadeu orienta sobre essa possibilidade quando aplicável ao caso.
A combinação certa de tratamentos — e a sequência correta — faz toda a diferença no resultado. Não existe protocolo único: cada paciente é um caso.